sexta-feira, 4 de maio de 2018

Porquê contratar uma banda de música para o seu casamento

Em Portugal, o Verão é oficialmente a época dos casamentos. Afinal, não faltam motivos para celebrar: o bom tempo convida a festas pela noite dentro, temos mais horas de Sol e os amigos que vivem longe voltam durante as férias. Mas se o seu casamento vai mesmo ser a festa deste Verão, então a música deve estar na sua lista de prioridades! Tem duas opções: ou contrata um DJ para casamentos, ou uma banda de música ao vivo. Na nossa opinião, esta última hipótese tem várias vantagens, entre as quais:


1. É um espectáculo completo, não uma playlist.
Uma das grandes vantagens de contratar uma banda de música ao vivo em vez de um DJ significa que vai ter um espectáculo ao vivo. A banda pode responder aos pedidos do público, cativar os convidados e fazer solos de instrumentos. Geralmente, tem muita mais emoção! Por outro lado, a música gravada apresenta muito menos flexibilidade e não chama tanto a atenção dos convidados.


2. Exclusivo e diferenciador.
Quer seja por falta de espaço para ter um palco e uma banda, quer seja pelo custo mais elevado (face a um só profissional, o DJ), há relativamente poucos noivos que contratam uma banda ao vivo. Portanto, ao optar por uma banda e músicos ao vivo, o seu casamento vai ser muito mais exclusivo e original. De certeza que toda a gente se vai lembrar do casamento que tinha músicos em vez de colunas de som e um desconhecido atrás da mesa de som!


3. Um espectáculo que vai além da música.
Quando contrata uma banda, está a programar um espectáculo que pode ir muito além da música. Com uma banda em palco, pode ter um espectáculo de luzes, cenografia e dança. No fundo, tudo depende da capacidade do lugar que escolher para a cerimónia: há capacidade para ter um palco? É possível colocar focos de luz de cores diferentes? Pense no espectáculo completo e comece a procurar os músicos capaz de tornar uma realidade.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Tour Of The Universe - Depeche Mode

Os Depeche Mode regressam ao Pavilhão Atlântico, em Lisboa, com Tour of the Universe.


Devido a uma lesão sofrida pelo vocalista, Dave Gahan, os Depeche Mode cancelaram algumas datas da digressão europeia, incluindo o concerto no Estádio do Bessa em Julho. Com Dave Gahan a recuperar bem, os Depeche Mode reorganizaram a sua agenda e confirmam o concerto no Pavilhão Atlântico, dia 14 de Novembro.

Considerados por muitos como os "pais" do synth pop, os Depeche Mode são uma banda inglesa de música electrónica com quase 30 anos de existência e mais de 91 milhões de discos vendidos.

No alinhamento do concerto, prometem recordar temas antigos como Walking in my Shoes (1993), A Question of Time (1986), Strangelove (1987), Personal Jesus (1989), Stripped (1986), ao lado dos mais recentes Peace e Wrong, do álbum Sounds of the Universe (2009).

  • Início de venda dos Bilhetes: 03-08-2009 09:45
  • Fim de Venda de bilhetes: 14-11-2009 23:59

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Concerto Rammstein

Os incendiários alemães estão de volta com álbum novo e digressão mundial, que, como não podia deixar de ser, passa por Portugal.

Conhecidos e reconhecidos pelas actuações ao vivo, onde apresentam espectáculos visualmente incríveis, em grande parte devido ao recurso a efeitos pirotécnicos, os Rammstein gozam de uma enorme base de fãs em Portugal.

Concerto dia 8 de Nov. às 20:00

Início de venda dos Bilhetes: 12-06-2009 10:00

Fim de Venda de bilhetes: 08-11-2009 23:59

Duração do concerto: 120 minutos

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

BACKSTREET BOYS


Sobre o evento musical | 30-10-2009 | 21:00 [Sala Atlântico]

Reconhecidos pelo Guinness Book of Records como a Boys Band com mais discos vendidos na História, mais de 100 milhões de unidades, os Backstreet Boys voltam a actuar no Pavilhão Atlântico.

Howie Dorough, Brian Littrell, A. J. McLean e Nick Carter, já partiram os corações de muitas adolescentes, já foram nomeados para 7 Grammys, já deram concertos esgotados em todos os cantos do mundo, mas ainda não perderam a paixão por aquilo que fazem bem, música!

Com seis álbuns editados e um sétimo a caminho, os Backstreet Boys, mantêm-se tão frescos como no início. “This is Us”, com lançamento previsto para Setembro, vai contar com produção de Max Martin (Britney Spears e Pink, entre outros) e com colaborações tão importantes como Akon, Ne-Yo ou T-Pain.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

6º Concurso de Música Moderna de Almada


Nos dias 23, 24 e 25 de Outubro, na Incrível Almadense,em Almada, irá acontecer a fase final do 6º Concurso de Música Moderna de Almada. Os concertos têm entrada livre.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nouvelle Vague apresentam 3º álbum em registo intimista

Depois de no ano passado os Nouvelle Vague terem escolhido Portugal para apresentarem em primeira-mão alguns temas do novo trabalho, no final deste ano chega a altura de apresentarem ao vivo todo o reportório do seu novo álbum ‘III’, num registo mais intimista.

A Aula Magna, em Lisboa, no dia 4 de Dezembro, e o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 5, vão ser os palcos onde vão desfilar novas versões reinventadas de clássicos pop, new wave ou punk que seduziram os fãs portugueses.

Os primeiros 2 álbuns da banda ‘Nouvelle Vague’ (2004) e ‘Bande A Part’ (2006) venderam mais de meio milhão de cópias em todo o mundo e o terceiro disco promete ser mais um sucesso desta vez partilhado com alguns nomes famosos. Em ‘III’ participam músicos como Martin Gore, vocalista dos Depeche Mode, Ian McCulloch dos Echo And The Bunnymen, Terry Hall dos Specials and Funboy Three.

O álbum ‘III’ é diferente dos anteriores nos arranjos das canções, menos reggae e bossa nova e mais inspiração country, e no conceito uma vez que pela primeira vez os autores, compositores e vocalistas dos temas originais foram convidados para participar. No entanto, como em todos os trabalhos dos Nouvelle Vague as verdadeiras ‘estrelas’ são as canções.

Os Nouvelle Vague são um projecto criado pelos multi-instrumentistas e produtores Marc Collin e Olivier Libaux e teve como ponto de partida a reinterpretação de temas clássicos do final dos anos 70 e anos 80 num estilo bossa nova/jazz.

A ideia presente nos primeiros discos foi esquecer o ambiente punk/new wave em que as diversas canções foram originalmente escritas, manter os arranjos das canções o mais simples possível e trabalhar com jovens vocalistas femininas (seis francesas, uma brasileira e uma americana) que nunca tivessem ouvido as versões originais.

O resultado são temas conhecidos dos Joy Divison, Depeche Mode, Tuxedo Moon, Clash, The Cure, Sisters of Mercy, entre outros, completamente transfigurados, com o disco a vender mais de 200 mil cópias em todo o mundo. Para o segundo álbum, quiseram dar uma dimensão muito diferente a cada canção, aproximando-as da música das Caraíbas do período entre 1940 e 1970.

Os álbuns movem-se musicalmente entre a Jamaica, a ilha de Trinidad, a salsa Cubana, o voodoo Haitiano, e o country norte-americano, com passagem pelo Brasil. As reinterpretações, com arranjos e orquestrações bastante coloridas, recaíram sobre temas dos Bauhaus, Siouxsie, Echo & The Bunnymen, The Wake, Lords of the New Church, The Sound, entre outros.